segunda-feira, 21 de setembro de 2009

OAB, ABI e FNPJ defendem retorno do diploma
em audiência na Câmara*

Durante audiência pública realizada nesta quinta-feira, 17/09, na Câmara dos Deputados, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ) e a Fed eração Nacional dos Jornalistas (FENAJ) defenderam em bloco que o Congresso Nacional restabeleça a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista.

Com a derrubada do diploma, nem mesmo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) sabe ao certo qual será o critério de acesso à profissão. Solange Furtado, que participou da audiência pública representando o ministro do Trabalho Carlos Lupi, confirmou desconhecer se o MTE continuará concedendo registro profissional aos jornalistas brasileiros após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). "A emissão de registros ficará suspensa até uma manifestação jurídica da Advocacia Geral da União ou a publicação do acórdão do STF", afirmou.

Convidados a participar do debate, nenhum representante da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e do STF compareceu a audiência convocada pelos deputados Miguel Correa (PT/MG) e Iran Barbosa (PT/SE).

Exatamente 90 dias após a desastrosa decisão do STF, a ausência dos segmentos contrários ao diploma na segunda audiência pública promovida na Câmara dos Deputados – dessa vez nas Comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e de Legislação Participativa - foi alvo de críticas por parte do deputado Correa, do presidente do FNPJ, Edson Spenthof, do ex-presidente da FENAJ, Luis Carlos Bernardes, e do atual presidente da Federação, Sérgio Murillo de Andrade. "A ANJ e a ABERT, mais uma vez, desrespeitaram não só os jornalistas, mas o parlamento brasileiro. Eles não têm argumentos convincentes, por isso fogem do debate público", avalia.

O vice-presidente da ABI, Tarcísio Holanda, que representava o presidente da entidade Maurício Azedo, classificou a decisão do STF de "espantosa". "O sistema produtivo tem duas pontas: empregadores e empregados, e o STF atribuiu a uma dessas pontas (patrões) o poder de exigir quem vai ou não ter diploma. É uma decisão espantosa porque a exigência do diploma está amparada na Constituição em todos os sentidos", disse.

A mesma posição foi defendida pelo advogado Osvaldo Pinheiro Ribeiro Júnior, representante do presidente da OAB, Cezar Britto. Ribeiro também defendeu a obrigatoriedade do diploma, prevista no inciso V do artigo 4º do decreto lei 972/69, trecho da regulamentação profissional dos jornalistas que o STF considerou não ter sido acolhido pela Constituição Federal de 1988.

Para ele, o STF errou ao fazer uma interpretação restritiva e não sistêmica do artigo 220 da Constituição, que diz que nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social. Para reforçar o entendimento, Ribeiro lembrou que a própria Constituição, em seu parágrafo 5º, diz que é livre o exercício de qualquer profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. "O STF pecou ao fazer uma interpretação isolada do artigo 220", afirmou.

Para Edson Spenthof, a interpretação do STF também não foi correta. "O jornalismo foi julgado pelo que ele não é", afirmou, explicando que a atividade profissional do jornalismo não constitui exercício da manifestação do pensamento do jornalista, como interpretaram os ministros do STF, mas a mediação das opiniões em disputa na sociedade. "O STF confundiu o jornalista com a sua fonte: o cidadão. Este, sim, opina, mas através do trabalho do jornalista. Se jornalismo é opinião, quem garante o direito fundamental do cidadão de receber informação de qualidade?", questionou.
Spenthof entende que a decisão do STF foi ineficaz do ponto de vista de assegurar ao cidadão o direito de expressar livremente suas opiniões. "O que se pretende há mais de 200 anos é por fim a censura e permitir o acesso de diversas vozes sociais no espaço público, e não dar um microfone a cada cidadão. Como os 180 milhões de brasileiros vão ter acesso à mídia? É essa pergunta o STF tem que responder”, completou.

No batente desde a década de 50, o jornalista Tarcísio Holanda teme que a queda do diploma comprometa a qualidade do jornalismo no Brasil. "Antes da obrigatoriedade do diploma as redações eram apinhadas de profissionais despreparados intelectualmente. O diploma foi importantíssimo para qualificar os profissionais de conhecimentos teóricos e técnicos", constatou o vice-presidente da ABI.

"Respeitamos o Supremo. Mas neste caso, o STF errou feio. Cabe agora ao Congresso Nacional reparar esse erro", resumiu Sérgio Murillo de Andrade, defendendo a aprovação das propostas de emenda constitucional (PECs) que tramitam na Câmara e no Senado com o objetivo de restabelecer a obrigatoriedade do diploma como critério transparente e democrático de acesso a profissão de jornalista.

O Deputato Paulo Pimenta (PT/RS), autor da PEC que tramita na Câmara, também participou sessão e antecipou aos dirigentes da FENAJ que acredita que uma mudança na Constituição deixando claro que não há contradição entre o diploma e o direito à expressão deve ser acolhida não só pelo Congresso, mas também pelo STF. O deputado participou de audiência nesta quarta-feira, 16/09, com o ministro do STF, Carlos Ayres Britto. "Pretendo conversar com os 11 ministros", informou o parlamentar.

* Texto do site FENAJ.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

17h15... uma semana sem a Puppy... que falta gigantesca a nossa gorducha faz!!!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

(Puppy - 27/06/2000 - 09/09/2009)

Nossa Puppy querida morreu ontem à tarde. Apenas um dia após descobrirmos que ela estava com câncer de baço e metástase no pulmão, ela sofreu uma hemorragia, foi operada mas morreu algumas horas depois. Já deveria estar doente há meses, mas sem sintomas, em nenhum momento, nenhum, deixou de ser a cachorrinha mais alegre, barulhenta e amorosa do mundo. O silêncio em casa está fisicamente doloroso... mais um dos nossos anjos lindos que foi embora. Fique em paz, 'borboleta', esperamos angustiadamente por um reencontro nesta ou em outra vida.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

17h43... Dia chuvoso e de notícias muito tristes... eu sabia, estava tudo indo bem demais...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

17h41... sete meses sem a Nina... e nada da saudade diminuir...

terça-feira, 18 de agosto de 2009


12h26... As pessoas me parabenizam pela minha 'coragem'... pensando bem, eu mereço! Não foi fácil voltar ao mercado de trabalho e, agora, começar uma nova faculdade depois de passar quatro anos zanzando por aí, existindo e não vivendo, ainda mais assim, perto dos 40 anos de idade! Sim, sim, eu mereço!!! :)

domingo, 16 de agosto de 2009

12h20... Faz, neste mês, 28 anos que meus dois avôs morreram, no dia 14 o paterno (Otaviano) e hoje, dia 16, o materno (Gino)... saudades dos meus velhinhos queridos... eu tive ótimos avós!!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

"Passamos pelas coisas sem as ver, gastos,
como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos, se alguém nos pede amor não estremecemos, como frutos de sombra sem sabor, vamos caindo ao chão, apodrecidos"

(Eugênio de Andrade)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

17h18... As aulas começaram ontem, foi estranho, mas acho que vai ser legal. O que não foi tão legal como pensei foi pegar metrô, céus, que sufoco!!! Pelo menos é rápido... pensei até me pedir transferência de campus, mas acho que não rola... o que, para amenizar a carga horária talvez role é uma dispensa de disciplinas. Isso seria bom! :)

No mais, sem novidades. Bastante trabalho, mas com melhores resultados. Trabalhar numa área que a gente domina, em algo que se goste, faz diferença...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009


10h17... seis meses sem a Nina. Impossível não pensar nela todos os dias, impensável não chorar quando a lembrança da baixinha vem com força... 'miéu' linda, nosso docinho de gata, você ainda faz muita falta...

sexta-feira, 24 de julho de 2009

15h53... quando as coisas começam a dar certo, é tão estranho que chega a dar medo, como se a vida estivesse prestes a gritar "te enganei"! Mas não faz sentido que tudo dê sempre errado, não, tem que haver um certo equilíbrio... certo?

terça-feira, 14 de julho de 2009

16h37... Será que, finalmente, estou voltando para a civilização???!!! Avenida Paulistaaaaa!!!!! Prédios, muitos prédios, pessoas - um monte delas, bancos, junkie food, lojas, cinemas!!! Trânsito, poluição, barulho... e eu GOSTO disso! ;)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

13h23... acho que vão querer me segurar, mas eu JÁ vou deixar o emprego que comecei há 15 dias atrás ... é uma questão meio complicada, melhor nem entrar em detalhes ainda ... mas posso adiantar que estou FELIZ com essa decisão!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

10h01... cinco meses sem a Nina ... inacreditável! A dor da saudade ainda não diminuiu, não, nem a presença dela pela casa ...

quinta-feira, 2 de julho de 2009